Arquivo de dezembro de 2008

Atimética DEMoníaca: 2,5% = 0,0%. Rodrigo Maia perdeu ótima oportunidade para ficar calado.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Para o filhote do prefeito DEMo do RJ, Rodrigo Maia, o país não merece crescer, não vai continuar crescendo, o governo é mentiroso e irresponsável quando fala que não seremos afetados pela crise, o ministro Mantega é um palhaço e o Meirelles a única boa pessoa do governo Lula.

Pena para ele que a realidade insiste em negar o discurso da oposição. Ainda bem que o povo não lhe dá ouvidos. O portal Terra publicou hoje uma matéria e declarações do aprendiz de feiticeiro:

Rodrigo Maia, presidente do DEM,despreza crescimento de 6,8% do PIB

É de dar dó, se eu tivesse dó dessa gente, o desespero e o despreparo deles. Não conseguem sair da filosofia do quanto pior melhor. Essa gente destruiu o país durante os governos neo-liberais de Collor e FHC. Aliás, Collor = FHC, só mudou a graduação acadêmica do infeliz que sucedeu o corrupto na condução do desastre neo-liberal.

Veja a seguinte pérola DEMoníaca saída dos lábios de Maia: “crescer 2,5% (ao ano), como o mercado projeta hoje, é crescer zero.” Entre aspas e em itálico, pois nunca é demais destacar as besteiras ditas por essa gente. Boa aritmética a dele, 2,5% = 0,0%. Crescimento que não é crescimento.

Que o Brasil cresça somente 2,5% no próximo ano (apesar da OCDE estimar que nosso PIB terá expansão superior a 4% em 2009), ainda assim o Brasil e China serão provavelmente as duas únicas economias, entre as 20 maiores, que terão crescimento da economia em 2009. Isso é muito bom. Crescer nem que seja 2,5% em meio à maior crise do capitalismo desde 1929 é notícia muito boa. Só não é boa para a oposição neo-liberal.

Crise, que crise? PIB cresce 6.8% e contraria agourentos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Que existe uma crise no capitalismo isso é fato. Apesar de todos os esforços da grande imprensa e da oposição em trazer a crise para dentro do Brasil, os efeitos da crise, sobre a economia real brasileira ainda não se fazem sentir na magnitude que os golpistas desejam.

A turma do “quanto pior melhor” deseja ardentemente que o desemprego aumente, que as empresas brasileiras diminuam suas exportações e que o governo Lula seja o culpado pela crise. Só não contam com a realidade que teima em contrariar seus vaticínios. Quanto mais eles falam em crise mais a economia brasileira parece robusta.

Ontem alguns portais divulgaram a excepcionalmente boa notícia de que o PIB brasileiro cresceu 6,8% no último trimestre, acima das expectativas do mercado e colocando o Brasil como o único país das 20 maiores economias a aumentar a taxa de crescimento. Durante o dia somente o Terra e o Vermelho colocaram essa manchete em destaque nas suas páginas iniciais. Os portais restantes não tiveram coragem de publicar a boa notícia.

Enquanto isso, pretensos especialistas como Miriam Leitão continuavam a pregar o fim do mundo. Veja os títulos de alguns artigos publicados por Leitão:

“Ritmo de crescimento não será mantido no 4º trimestre”

“Os lados bom e ruim do resultado do PIB”

“Para MB, revisão para cima do PIB piora o cenário futuro”

Ou seja, apesar dos excelentes números, do emprego crescente e do consumo popular, Leitão insiste num futuro negro que, para sua desgraça, teima em não se concretizar. Suas profecias até agora não tiveram nenhum nexo com a realidade. Veja o absurdo, por exemplo da “previsão” da “consultoria” MB, para quem o bom resultado é ruim! Não é á toa que lugar de Leitão é no PiG. Dá-lhe Paulo Henrique Amorim!

Voltando ao assunto da notícia do PIB. Quem publicou a notícia amarrou a sua divulgação à crise. Coisa do tipo o país cresceu, mas antes da crise… O PiG nunca admitirá que o país cresce apesar da crise.

O descolamento entre o pensamento único da grande imprensa e o sentimento popular só cresce. Veja o caso do cidadão que publicou o cartaz abaixo, divulgado pelo blog do Azenha:

 

Cidadão publica cartaz incitando o povo a não dar crédito aos maus agouros da grande imprensa

Cidadão publica cartaz incitando o povo a não dar crédito aos maus agouros da grande imprensa

 

 

Por isso a pergunta: crise, que crise?