A prática do estado militarista de Israel é, como todas as letras, a do extermínio do povo palestino. Não bastassem as centenas de mortes de civis, a transformação da faixa de Gaza num gueto para palestinos e a situação de grave miséria do povo que vive em Gaza, agora fica cada vez mais claro quais os objetivos do estado sionista.
Os bombardeios a instalações civis, a destruição de escolas e hospitais, primeiro a proibição da entrada de ajuda humanitária e agora o bombardeio do prédio da ONU onde era guardada a ajuda humanitária, usando bombas de fósforo, tudo isso mostra claramente que a ação militar é uma ação punitiva contra o povo palestino, tal como os nazistas fizeram na Segunda Guerra Mundial, por exemplo em Lídice na ex-Tchecoslováquia. As bombas de fósforo são proibidas por um tratado de 1980, mas o exército sionista as tem usado sistematicamente contra a população civil na faixa de Gaza.
Limpeza étnica, não há outro nome para o que Israel está promovendo sob as bênçãos dos EUA.
Por mais distante que esteja este conflito de nossa realidade, não podemos ficar indiferentes ao que está acontecendo na Palestina. Precisamos demonstrar nosso repúdio e exigir o cessar fogo imediato e a retirada das tropas sionistas da faixa de Gaza. Lutar pelo povo palestino ajuda também a afastar esse tipo de conflito de nosso país.
Lembre-se de que há propostas de desmembramento do Brasil, com a transformação da Amazônia em território internacional. Não está descartada, por exemplo, a ação de potências estrangeiras na imensa reserva Yanomami em Rondônia, de modo a criar um estado indígena autônomo dentro do nosso território. Há regiões em Roraima na qual brasileiros são impedidos de entrar por causa da ação de falsas ONGs estrangeiras. Repito, não está descartada a ação de potências no Brasil assim com foi criado o estado de Israel.
Infelizmente a ONU não passa de um fantoche nas mãos dos EUA. O Secretário Geral da ONU limita-se a esbravejar contra o bombardeamento de prédios da organização pelo exército de Israel, mas a ONU não faz nada concreto, não toma nenhuma atitude. Os países que compõem a ONU têm a obrigação moral e ética de fazer com que a organização cumpra seu papel de mediadora e acabe com o conflito imediatamente.
Até mesmo o trabalho da imprensa está comprometido. Como Israel não quer que o mundo veja os crimes de guerra que está cometendo, o exército sionista agora começa a bombardear a imprensa. Agora que teve começo a agressão de jornalistas, onde está aquela organização pretensamente defensora da imprensa livre, os Repórteres Sem Fronteira? Os RSF limitam-se a criticar os regimes à esquerda, tratam logo de calar-se quando a imprensa é agredida pelo exército de Israel. E a imprensa brasileira, qual sua posição sobre o bombardeamento da imprensa por Israel?
E a posição do governo brasileiro? Não basta enviar o Celso Amorim para que ele diga ao governo sionista que nosso governo é contra a agressão e pedir o cessar fogo. Falta coragem a Lula para seguir o exemplo de Hugo Chávez que expulsou o embaixador israelense.
Vale a pena ler os seguintes artigos:
Lídice - Wikipédia, a enciclopédia livre
Diretor de agência da ONU denuncia uso de bombas de fósforo em Gaza
Ministro do Interior do Hamas morre em bombardeio e prédio da ONU é atacado por Israel
História ao gosto do freguês (instrutivo artigo sobre o conflito na Palestina)
Imprensa sofre ataque em Gaza
As armas utilizadas e os alvos atingidos pelos bombardeamentos israelenses
Forças israelenses utilizam armas mortais novas e desconhecidas – de ‘energia direta’, agentes químicos e/ou biológicos – num ensaio macabro da guerra futura
Ferimentos misteriosos indicam a utilização de uma nova arma por Israel
Israel lança gases venenosos sobre aldeias no sul do Líbano
As imagens na página a seguir são tenebrosas, mas mostram muito bem o que Israel está fazendo com os povos do Líbano e da Palestina desde, pelo menos, 2006:
Ajuda solicitada: Que espécie de armas causa estes danos?